domingo, 7 de setembro de 2008

A Tv Pública e a Propaganda


A situação atual da tv brasileira nos coloca diante de dois gêneros : a tv privada e a tv pública ou educativa. Ambas necessitam de financiamentos para sua atuação, porém apenas uma delas consegue se manter somente com propagandas destinadas à educação.
De maneira alguma é possível a televisão pública sobreviver sem a publicidade, como é o caso da Tv Cultura, mantida pela Fundação Padre Anchieta, que por pouco não faliu por falta de verba.
Ao contrário das televisões privadas que buscam, além de se manter, lucrar com propagandas, os canais estatais estão desempenhando um considerável papel na sociedade: as publicidades educativas, apresentando de forma satisfatória à educação propagandas voltadas ao seu objetivo de informar, educar e ser prestigiada.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

A publicidade cria comportamento ou estimula impulsos.


A publicidade esta presente na vida de uma pessoa em diversos momentos, ela sofre uma invasão transformando uma sociedade, criando ideologias e vontades para aquele público que deseja atingir, seja ele criança, jovem, adulto, homens e mulheres, influencia no jeito, nas vontades, na maneira de agir.
Vivemos em mundo totalmente publicitário, onde vender e lucrar são alma do negócio, nesse sistema capitalista, e aqueles que possuem o poder da criação e da divulgação, de certa forma obtêm poder de manipula ou influência atitudes, como em novelas, filmes, comerciais, músicas, ela vem embutida às vezes evidencia ou não.
Temos como exemplo anúncios de automóvel, onde a tendência é sempre pela perfeição passando uma imagem de que se obter um carro daquela determinada marca, será uma pessoa de sucesso, bem relacionada em nossa sociedade e será feliz, cria tendências de estética, uma beleza perfeita que se constrói através de roupas de marca, uma boa maquiagem, um perfume, um celular de ultima geração.
Por este fato a indústria publicitária investe cada vez mais em suas produções, onde o meio de massa se torna peça chave para seu crescimento, pois somos como zumbis sem personalidade, onde fortes influências impulsionam ao desejo de sempre obter mais.

domingo, 17 de agosto de 2008


Leitura x Meios de Comunicação


A leitura já não é um atrativo entre os jovens e crianças de hoje, pois a troca do livro pela televisão e pelo computador proporciona a esta nova geração horizontes limitados, onde lendo um livro antigamente não havia limites para a imaginação substituida pelos meios de comunicação. O número de leitores antes dos meios de comunicação alcançarem tanta dimensão ja era pequeno, hoje esse número é mais preocupante do que se pode imaginar sendo que os livros nem são mais procurados, foi simplesmente trocado pela ferramenta fácil e prática que é a internet. O livro estimula emoções e pensamentos que os meios midiáticos não proporciona com tanta intensidade em nossa vida, ler um livro é muito mais emocionante, muito mais contagioso do que simplesmente assistir imagens por uma tela sem interação com espectador, nos traz horizontes múltiplos de conhecimento, estimula nossa imaginação, sonhos e reflexões, traduz milhares de sentimentos expressos em letras e linhas, enfim" transforma vivências cotidianas em um mundo cheio de seduções dando a vida um sentido intelectual e espiritual de estimável valor". O perigo da exclusão do livro na vida das pessoas existe, mais nada que um combate intensivo e permanente a favor da leitura que mude essa realidade moderna e contamos até mesmo com a ajuda dos tão temidos rivais Meios de Comunicação!.

fonte: http://www.vivaleitura.com.br/artigos_show.asp?id_noticia=2

domingo, 10 de agosto de 2008

Mídia e Publicidade, espaço proibido para crianças?















Nos dias 14 a 16 de julho, aconteceu em São Paulo o IV Congresso Brasileiro de Publicidade.
Neste evento foram discutidos diversos assuntos do universo da mídia, dentre eles a publicidade tendo o público infantil como alvo.


No dia 9 de julho de 2008 a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara aprovou a lei que proíbe qualquer tipo de publicidade destinada à criança em todos os meios de comunicação, merchandising em programas infantis fica proibido.
Este tema foi amplamente discutido no IV Congresso Brasileiro de Publicidade, veja alguns comentários de especialistas a respeito do tema:


'Liberdade de expressão é uma coisa; anunciar produtos,outra'
GUILHERME CANELACIENT. POLÍTICO E COORD. AG. DE NOTÍCIAS DOS DIR. DA INFÂNCIA


'A proposta enfraquece a liberdade de expressão no País'
DANIEL PIMENTEL SLAVIERO - PRES. DA ASSOC. BRAS. DE EMIS. DE RÁDIO E TV – ABERT

Mas até que ponto a publicidade pode interferir no consumo infantil?

Tendo como base o artigo “A influência das ferramentas de comunicação sobre o comportamento de compra infantil” de Christiane Coutheux analisaremos esta questão.
A autoria justifica o seu estudo perante a parcela significativa de “consumidores infantis”, cerca de 30% da população é constituída de criança de 0 a 14 anos. Considerando está parcela representativa temos como concluir que para o mercado isto significa uma grande movimentação financeira. De acordo com o crescimento da criança a sua importância no consumo se torna mais expressiva, numa participação passiva, a criança já estimula o consumismo desde seu nascimento, com a utilização de fraldas descartáveis com diferentes recursos. Conforme a criança cresce, a mesma já absorve estímulos externos (televisão, escola) o que a transforma num consumidor que interfere no poder de compra de seus pais, detentores do poder econômico já que apenas 9% deles afirmam não ceder aos pedidos dos filhos. A criança consegue interferir totalmente no consumo familiar, por exemplo, na alimentação, vestimenta, programação cultural, etc.
O que também favorece a transformação consumista da criança é a revolução tecnologia e dos tempos, hoje crianças já possuem um amplo ambiente de consumo e de interferência externa, com a utilização da internet, que acaba incentivando e colaborando com todas as mudanças da população infantil, pois antes desta revolução a criança possuía outros pensamentos, mas com novas possibilidades o comportamento e o pensamento infantil mudaram completamente.
A questão é tão profunda que as crianças possuem grande poder de influência no consumo familiar, já que a propaganda incentiva não somente o consumo infantil direto, e sim que a criança consiga interferir da compra de um determinado biscoito até uma ração de cachorro.
Com base nas explicações e argumentações da autora temos a convicção de que o comportamento dessa parcela da população sofreu uma alteração grandiosa, suas necessidades que antes se baseavam em um chocolate com um adesivo de algum desenho que ela gostava ou de até mesmo de uma revista em quadrinho, hoje é baseado em cosméticos, roupas de grife e produtos de moda, tudo de acordo com as interferências externas, com a possibilidade de se tornarem adultos sem cultura, apenas com pensamentos fúteis.

Fontes:

“A influência das ferramentas de comunicação sobre o comportamento de compra infantil”
http://www.ead.fea.usp.br/tcc/trabalhos/TCC_Christiane%20C%20Trindade.pdf
A publicidade dirigida a crianças deve ser proibida?
http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup208931,0.htm