domingo, 2 de novembro de 2008

O mundo em crise

“A direção da Bandeirantes, incluindo os seus principais, Johnny Saad e Marcelo Meira, passou os últimos três dias analisando detalhadamente os custos de todos os setores da emissora. Medidas devem ser anunciadas nos próximos dias. Por enquanto, a ordem que existe é refazer os orçamentos para o ano que vem.

Os números devem estar absolutamente de acordo com o delicado momento da Economia mundial.”

Fonte: Canal 1

Emissoras de televisão , além da Band já anunciaram que estão revendo seus orçamentos, a TV Record já apresentou certo arrependimento na compra dos direitos de transmissão das olimpíadas, o pagamento é em dólar e o valor agora está muito elevado. A TV Globo aguarda se departamento financeiro apresentar uma margem de risco para poder decidir no que vai investir, o que será mais viável. Na verdade o mundo inteiro está em recessão e não é a toa que os meios de comunicação brequem seus investimentos e procure analisar o mercado antes de qualquer coisa.
O histórico dos meios de comunicação brasileiro é de não arriscar, o medo de inovar e não dá certo, ou seja não dar lucro. As grandes industrias de comunicação em massa preferem investir em formatos manjados que tenha a audiência e o patrocínio garantido ou até mesmo programas já testados em outros países para trazer para a TV brasileira.
Nós como futuros profissionais de comunicação temos que lutar contra esse medo dos meios de comunicação, o objetivo e grande desafio dos comunicólogos será convencer esses empresários a arriscar e começar a exportar as idéias criativas dos brasileiros e não somente comprar e comprar enlatados das industrias internacionais.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Como “espelho da sociedade a mídia só pode ter referente mais elevado na medida em que tanto os consumidores quanto os produtores melhores educados”.


Em nossa sociedade um assunto que se torna muito polêmico é a educação em geral, pois hoje em dia educar não é algo fácil, isso para o próprio publico, como os jovens e as crianças que com o passar do tempo tornasse mais rebeldes e se desligam da educação, onde a mídia tem uma grande participação pelo fato de estar presente na vida de cada um, ela participa muito da educação, pois ela forma opiniões, e pode ate construir o caráter, são por estes motivos que a televisão deveria ter um pouco mais de influência na educação dessas crianças e jovens, com mais programas educativos, informações mais necessárias para alimentar a mente, com dicas para leitura, exposições, atividades, deveria incentivar mais a própria leitura, que é algo tão importante, pois estimula a criatividade, os pensamentos, facilita a escrita e a comunicação, são por estes motivos e outros que a mídia deveria aplicar mais, não só falar ou mostrar como anda essa área, mas sim “colocar a mão na massa” ajudando a aumentar o interesse da sociedade na educação, podendo torna pessoas melhores para um futuro melhor.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008


Família e mídia


As famílias demonstradas na televisão hoje baseiam-se nas aparências que a midia costuma transpor, entre esterótipos e exageros elas são apresentadas ao público quase sempre como um formato a ser seguido, ou seja, um padrão. A felicidade, a estabilidade financeira, a estética perfeita sempre são os pontos mais explorados e vendidos, assim fica mais facil transformar a vida do telespectador, seu lar numa cena de novela.
O lar do brasileiro é tomado pela fantasia da dramturgia televisiva e pela ambição das empresas com seus inumeros produtos junto a midia, que por sua vez não deixa de usufruir sua parte.
A diversão se torna simultânea ao que é vinculado, passa a ser o passatempo das familias, assistir aquilo que não acontece em seu lar e tentar trazer áquela cena, áquela estetica, áquela roupa, aquele carro, enfim itens as vezes são supérfulos que na tv é tão bunito, caro ou prático.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O mito consumista


A sociedade consumista atualmente encontra-se exposta a inúmeras variedades de bens materiais. O consumo, por sua vez, através de seu discurso permite que todos possam ter de tudo, conquistar essas inúmeras variedades de bens, trata-se da atuação do capitalismo, onde quanto mais coisas se tem mais positivo será o status pessoal, ou seja, uma pessoa pode ser mais reconhecida, respeitada, conhecedora de novas tecnologias e tendências, e tantos outros adjetivos relacionados ao status material. Porém, a partir do momento em que existe essa variedade cria-se a necessidade de consumir aquilo que é desnecessário a sobrevivência, em termos mais diretos, esse seria o antidiscurso do consumo.
Com a publicidade exercida a todo o momento, muitas vezes até invasiva e abusiva, há uma influencia que nos remete a consumir mais que o necessário. Um exemplo é quando vamos ao mercado e sempre saímos com aquele produto que não íamos comprar, mas que estava em oferta, ou então àquela marca que oferecia uma promoção, enfim são infinitas as formas dessa intervenção publicitária, que fazem com que nos adequemos a esse novo mito que se torna tão presente e muitas vezes despercebido, quando as mensagens são passadas de forma a invadir o nosso inconsciente.